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Em alta, tenistas da nova geração destacam importância de apoio da CBT

Trabalho realizado pela entidade na transição tem refletido em conquistas nos torneios future

   

Florianópolis (SC), 17 de maio de 2018 – Vários tenistas brasileiros da nova geração têm se destacado em torneios no Brasil e fora do país nas últimas semanas. Rafael Matos e Thiago Wild, campeões de futures no Brasil, João Menezes, que conquistou dois títulos e um vice-campeonato na Nigéria, e Felipe Meligeni e Orlandinho, campeão e vice no Egito, respectivamente. 
Em comum, todos recebem ou receberam apoio da Confederação Brasileira de Tênis em algum momento de suas carreiras. Rafael Matos e João Menezes receberam apoio desde o juvenil e durante o processo de transição. Viajavam para os torneios com passagens aéreas e acompanhados de seus treinadores apoiados pela CBT. O mesmo ocorreu com Marcelo Zormann, vice no future de Brasília, e campeão de duplas ao lado de Rafa, em São José do Rio Preto e em São Paulo, e com Igor Marcondes, semifinalista de simples na capital paulista vice de duplas no Distrito Federal. 
"Os bons resultados nas últimas semanas são fruto de um trabalho que eu venho fazendo de um longo tempo. A CBT me ajudou bastante desde o juvenil. Era muito bom porque sempre viajávamos em equipe, vários atletas, sempre com treinador pago pela CBT, as passagens também pagas pela CBT. Então era muito legal, ter sempre um treinador junto e estar sempre com outros guris, o que deixava a viagem mais leve, além de ter parceiro de treino, para as duplas. Era muito legal", destacou Rafael Matos, de 22 anos.
Atualmente na melhor fase de sua carreira, João Menezes também reconheceu o respaldo dado pela CBT. 
"Essas três semanas na Nigéria foram muito especiais. Primeira vez na minha carreira que eu consigo tamanha sequência de vitórias. De 15 partidas, ganhei 14. Acredito que isso é fruto de um trabalho quem vem sendo realizado há algum tempo. Comecei a receber o apoio da CBT no juvenil, quando tinha 15, 16 anos. A partir do momento que me mudei pra Itajaí tive total apoio da CBT bancando treinamento e quase todas as viagens, com passagem aérea e treinador. Sou muito grato à CBT pela ajuda que eu tive", ressaltou o tenista de 21 anos, que hoje treina na Espanha.
Um dos principais nomes da nova geração, Thiago Wild, de 18 anos, recebe apoio da CBT desde o juvenil. Vice-campeão do Banana Bowl em 2017 e campeão de um future na Turquia, no ano passado, ele conquistou o future de São José do Rio Preto há três semanas e sagrou-se campeão de duplas em Brasília neste sábado. 
"Desde o ano passado eu venho de bons resultados, boas vitórias. Acho que durante minha carreira inteira tive bons resultados, mas tenho me destacado mais desde os 15, 16. A parte mental influencia muito na minha carreira, porque era onde eu tinha mais dificuldade. A meditação e o ioga me ajudaram muito. Sou muito grato a todo apoio que recebo da CBT também. Acho que não só eu, mas todos os tenistas da nova geração tem boas chances de ter grande futuro no tênis", projetou Wild, que está nas quartas do future de Curitiba. 
Os dois brasileiros que treinam na academia Barcelona Total Tennis com suporte da CBT, Felipe Meligeni e Orlando Luz, também falaram sobre a importância do apoio dado pela entidade. Eles estão treinando desde o início de 2018 no centro de treinamento espanhol com o técnico brasileiro Léo Azevedo, através de uma parceria entre a CBT e a BTT.
"Foi uma semana incrível. Consegui fazer ótimos jogos, terminei a semana sem perder sets. A final contra o Orlando foi muito pegada, fizemos um jogo muito duro, ele teve pra ganhar os dois sets, sacou 5/3 os dois sets. Na mesma semana que fiz minha primeira semi acabei ganhando meu primeiro future. Estou muito de feliz de subir no ranking. Isso mostra que o trabalho que estamos fazendo está rendendo frutos. Na semana passada fomos campeões de dupla, fiz um ponto na simples, deixei escapar, mas essa semana foi perfeita. Estamos no caminho certo, treinando forte. Esses quatro meses na BTT têm feito a diferença. Tomei muitas porradas no começo, estava bem difícil, mas estou bem feliz. Sou muito grato à CBT pela oportunidade, ao [gerente de Esportes e Eventos da CBT Eduardo] Frick e ao [presidente da CBT Rafael] Westrupp e que isso seja apenas o começo", afirmou Meligeni.
Ex-número 1 do mundo juvenil, Orlandinho também reencontrou seu melhor tênis. Faturou dois títulos de duplas, um deles ao lado de Meligeni, e ficou com o vice-campeonato no Cairo, no Egito, ao ser superado pelo parceiro de treino.
"Foram duas semanas de bastante aprendizado no Cairo, no Egito. Primeira semana campeão de dupla, segunda semana campeão de dupla e vice de simples. A final escapou por pouco, o Felipe teve uma grande semana, jogou muito, primeiro título dele. Mas estou feliz, voltei a competir bem, fiz uma final que fazia tempo que não alcançava, ganhei os dois primeiros títulos do ano, de duplas. Essas duas semanas no Cairo são uma prova que acertamos na escolha de nos mudarmos, de morar fora do país, sair da zona de conforto. Sou muito grato à CBT pela oportunidade. Essas duas semanas provam que estamos no caminho certo e se mantermos esse trabalho, com certeza, resultados melhores poderão vir", completou Orlandinho.
O gerente de Esportes e Eventos da CBT, Eduardo Frick, destacou o apoio dado pela entidade aos juvenis e aos atletas na transição. 
"É importante ressaltar que a CBT vem há um bom período, há mais de oito, dez anos, apoiando os juvenis. Esses meninos que hoje estão com 22 anos, são meninos que desde os 14, 16 anos foram apoiados pela CBT. Eu posso falar isso com tranquilidade porque alguns foram meus atletas na época que eu era treinador. E hoje vejo que eles com 22 anos começam a andar com suas próximas pernas e a trilhar seus caminhos no profissional, ganhando os primeiros futures. É importante esse apoio na principal fase que é a transição, que é quando o menino sai do juvenil com 17, 18 anos e vai até o primeiros três, quatro anos de profissional. É quando ele precisa estar com treinador, ter o apoio integral de alguém viajando com ele para encurtar o caminho dele para que ele possa, daí sim, alçar voos maiores para os torneios que são o próximo passo, os challengers", explicou.

 

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